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REDE IVG entre as 100 melhores ONGs do Brasil

Publicada por em 08/08/2017

Título #melhoresOngs e é uma iniciativa do Instituto Doar e a Revista Época.

Você sabia que atualmente existem no Brasil mais de 300 mil ONGs, entre associações de caridade, organizações da sociedade civil, institutos e fundações filantrópicas. O trabalho desenvolvido por cada uma delas é imensurável, afinal, ajudam a transformar tristes realidades. E imagine estar no rol das 100 melhores do país? Um título para se comemorar, fruto de muito trabalho, dedicação e competência. E é com este sentimento que a REDE IVG, que congrega sete organizações que atendem crianças, jovens e adultos, atuando nas áreas de educação básica, serviço de convivência e fortalecimento de vínculos (Contraturno Escolar), defesa e garantia de direitos, inserção social e laboral, assessoramento de organizações, acolhimento institucional e serviço especializado para pessoas em situação de rua, compartilha o título recém recebido: a entidade está entre as 100 melhores ONGs do Brasil. Trata-se da primeira edição da #melhoresOngs, uma iniciativa do Instituto Doar e a Revista Época. Nesta primeira edição mais de 1.500 entidades se inscreveram e a premiação já nasce com êxito.

 

Para o Instituto Doar, que valoriza os bons exemplos através de um Selo de Qualidade chegou a  hora de criar um estímulo para as ONGs e uma vitrine para os potenciais doadores se decidirem a doar. ONGs exemplares merecem o reconhecimento e o dinheiro de doadores conscientes. É esse o objetivo do Prêmio Melhores ONGs.

 

“Receber um elogio, uma distinção, como é o prêmio da revista Época, é sempre motivo de alegria e satisfação. Todavia, isto aumenta ainda mais a nossa responsabilidade em continuar com o nosso trabalho, na certeza de poder contribuir na possibilidade da criação de uma sociedade mais justa e fraterna”, destaca Leo Mauro Xavier Filho, diretor administrativo do Instituto Vilson Groh.

 

Para O Instituto Doar, mais do que um prêmio e seus vencedores, há um ecossistema que se beneficia do processo todo. Um Oscar não premia somente os ganhadores da estatueta, mas põe pra cima todo um setor, estimula uma competição saudável, não entre pessoas ou instituições, mas entre o que se é e o que se pretende ser. Uma ONG pode e deve ser estimulada a melhorar continuamente, assim como os diretores ou cenógrafos de um filme.

Em todo o mundo há dados que confirmam que certificações, prêmios e reconhecimentos aumentam significativamente a confiança dos doadores e consequentemente aumenta o volume de doações. No Brasil, como em outros casos, há pouca pesquisa sobre isso. Podemos destacar uma experiência que foi descontinuada mas que em seu curto tempo de vida gerou excelentes resultados. Trata-se do Prêmio Beneficente, de Stephen Kannitz. Ele trouxe dados interessantes sobre a experiência:

  • As 50 instituições de caridade mais bem administradas do ano dobraram a sua renda de donativos nos três anos seguintes.
  • Em média receberam R$ 2.000.000,00 de donativos adicionais no triênio seguinte.
  • A maioria do dinheiro adicional veio de pessoas que nunca haviam doado antes.

 

O objetivo é que não só estas primeiras 100, mas o maior número possível de ONGs, entre as mais de 300 mil existentes neste país, possam através desta parceria do Instituto Doar com a Revista Época, estabelecer padrões para a melhoria contínua. Aumentam sua legitimidade e reputação e aumentam os recursos de doadores para elas.

 

Processos administrativos, contábeis, financeiros, de comunicação, são verificáveis . Recomenda-se que sejam públicos e transparentes, já que os recursos são provenientes de doações e patrocínios  e se espera o melhor uso desse dinheiro. Metodologias, pedagogias e procedimentos de cada ONG com seus públicos não podem nem devem ser comparáveis nem muito menos ranqueados. Mas a gestão e a transparência dos recursos, sim. É isso que o premio mediu e é assim pretende seguir fazendo: premiando ONGs cujos dados são mensuráveis e objetivos.

 

“Esse prêmio é um reconhecimento que veio em função do nosso trabalho de 35 anos, que sempre foi um trabalho transparente, de gerar oportunidades e de compreender a grande razão pela qual trabalhamos, que é abrir espaço para essa criançada ter espaços e dignidade de vida. A construção desta corrente é mostrar que é possível sim oportunizar a dignidade da vida para as pessoas. E mais, dentro dessa compreensão, mostrar a dimensão ética do investimento dos recursos e dos impactos que os recursos mobilizados pela REDE IVG causam nos territórios”, destaca o presidente do IVG, o presidente padre Vilson Groh. E finaliza: “O maior e mais importante reconhecimento são as oportunidades que podemos gerar. Mas, além disso, mostrar que é possível construir políticas públicas com perspectiva de construção de vida”.


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